Copa do Mundo 2026: o maior Mundial da história já rolou a bola — e o Brasil tropeçou na estreia
Com 48 seleções, 16 cidades-sede e 104 jogos espalhados por EUA, Canadá e México, o torneio promete recordes. Veja o formato, os favoritos e a situação da equipe de Ancelotti.

A bola rolou e o futebol entrou em uma nova era. No último dia 11 de junho de 2026, teve início a primeira Copa do Mundo da história com 48 seleções, sediada simultaneamente por três países — Estados Unidos, Canadá e México. É o maior torneio já organizado pela FIFA, com 104 partidas distribuídas por 16 cidades, de Boston, no leste dos EUA, a Vancouver, no Canadá, passando por Guadalajara, no México. A grande final está marcada para 19 de julho, no MetLife Stadium, em East Rutherford (Nova Jersey), rebatizado durante o Mundial como New York New Jersey Stadium.
Como funciona o novo formato
O salto de 32 para 48 seleções mudou a engenharia do torneio. Segundo a Britannica e a Olympics.com, as equipes foram divididas em 12 grupos de quatro times. Avançam à fase eliminatória os dois primeiros de cada chave, mais os oito melhores terceiros colocados, formando uma inédita fase de 32. São 72 jogos só na fase de grupos e mais 24 no mata-mata. Na prática, isso significa mais seleções estreantes, mais zebras em potencial e um calendário que se estende por quase 40 dias.

Quem são os favoritos
Nas casas de apostas, o equilíbrio é a tônica. De acordo com levantamento publicado pelo portal AOL, a França aparece como favorita (5/1), seguida de perto pelo Brasil (6/1) e pela Inglaterra (7/1). Logo atrás vêm Alemanha, Espanha e Argentina, embolados a 10/1. No ranking da FIFA, porém, quem lidera é a Argentina de Lionel Messi, com Espanha, França, Inglaterra e Portugal completando o top 5. A leitura é clara: nunca houve tantos candidatos reais ao título.
O Brasil tropeça na largada
A seleção de Carlo Ancelotti começou sua caminhada com o pé esquerdo. Na estreia, em 13 de junho, o Brasil ficou no 1 a 1 com Marrocos, diante de mais de 80 mil torcedores. Saibari abriu o placar para os africanos após falha da defesa brasileira, mas Vini Jr. marcou um golaço ainda no primeiro tempo para evitar a derrota. O empate deixou o ambiente tenso. "Decepção" foi a palavra que dominou as manchetes esportivas no dia seguinte.
"Ancelotti sempre poderá contar com Vini Jr." — repercussão internacional após o empate, destacando o brilho solitário do atacante na estreia, segundo o portal Terra.
O caminho que se abre pela frente
O Brasil está no Grupo C, ao lado de Marrocos, Haiti e Escócia. O próprio Ancelotti já havia cravado os marroquinos como o "principal adversário" da chave — e a previsão se confirmou logo de cara. Com apenas um ponto somado, a seleção precisa reagir. O segundo compromisso é contra o Haiti, no dia 19 de junho, em Filadélfia, e o encerramento da fase de grupos vem em 24 de junho, contra a Escócia. Uma vitória no próximo jogo recoloca o Brasil no rumo da classificação.
Enquanto isso, o restante do Mundial pega fogo: a Alemanha goleou Curaçao por 7 a 1, a França venceu Senegal por 3 a 1, a Argentina bateu a Argélia por 3 a 0 e a Espanha empatou sem gols com Cabo Verde, segundo os boletins da Olympics.com e da CBS Sports. O mata-mata começa em 28 de junho, e até lá cada ponto vale ouro.
O que esperar
Mais seleções, mais jogos, mais imprevisibilidade. A Copa de 2026 nasceu para ser a mais grandiosa de todas — e, pelos primeiros capítulos, também promete ser uma das mais disputadas. Para o torcedor brasileiro, a missão é simples de enunciar e difícil de cumprir: transformar o susto da estreia em combustível rumo ao hexa, em um continente onde o Brasil nunca levantou a taça.
Com informações de: CNN Brasil, Olympics.com, Al Jazeera, Britannica, ESPN, CBS Sports, Terra e AOL.


